Índice
Artigos
- Um dia saberemos
- 1. Historinhas de Galegos no Douro
- 10. As chouriças doces
- 11 de Novembro
- 11. Nós todos três
- 12. O Zé do Telhado
- 2. Caíram todos ao rio
- 25 de Abril
- 3. Que frio fai lá fora
- 4. Amaruchar amarucham
- 5. A raposa
- 6. Redra de borla
- 7. A azeitona
- 8. Cachaplim plim
- 9. A rata sábia
- A caqueirada
- A Casa do Douro
- A confraria gastronómica D. Leitão
- A escrita é um cão a ganir à porta que se abre
- A Festa dos Rapazes
- A fogueira de Natal
- A magnólia
- A máquina
- À minha filha Eva brincando com um papel
- A missa do galo
- A neve
- A pequena exploração agrícola
- A Poesia
- A romaria da Senhora da Saúde
- À saída do correio
- A Senhora dos Remédios
- À sombra das amendoeiras em flor
- A terra onde verdadeiramente nasces
- A uma oliveira
- A vindima
- A vinha e o vinho
- Acorda amor
- Ainda hoje se fala nesse dia
- Ainda o caminho de Santiago
- Alguns utensílios agrícolas
- Anoitece
- Ao correr da pele
- Aos pequenos viticultores durienses
- Apesar de tudo
- Aquele São João
- Aqui, Douro
- Aqui, o homem
- Arte poética
- As nossas aldeias
- As pulhas e os casamentos
- As quatro estações
- Baile de caretos
- Bastou um sopro
- Bruxos & curandeiros
- Camilo e o livro de S. Cipriano
- Canção da fronteira
- Canção de embalar
- Cantares de cegos
- Cantiguinhas do volfrâmio
- Carta para um amigo da cidade
- Casamento de arromba
- Compasso
- Cruzeiro no Douro
- De e sem
- Dê-me aí lume, ó chefe
- Descalça vai para a fonte
- Descendo a quinta do Roncão
- Dia de S. Martinho
- Donde vens a estas horas de pálpebras
- Douro, meu belo país
- E aqui moram os desesperados
- E o rio
- Eiqui, Douro
- Emigrantes
- Faremos do envelhecer uma arte?
- Feira dos namorados em Vila do Conde
- Feiras e artesãos
- Festa das fogaceiras
- Figos pretos
- Flores para o Zé da Naia
- Foi de facto numa roga
- Gândara
- Habituei-me à ironia
- Hiroxima (a ciência de matar)
- Holograma
- Homem-farrapo
- Homo, mensura
- Isso de uma personalidade poética
- Já os galos pretos cantam, já os anjos se alevantam
- Jogar é um direito da criança (1)
- Jogar é um direito da criança (2)
- Juízo final
- Junqueiro na berlinda
- Lendas mouras do monte de S. Leonardo
- Leonor
- Magustos
- Matança do porco
- Meditação com um menino
- Meu pai, um como tantos
- Mezinha de S. Sebastião
- Momento
- Mulher do campo
- Na noite de S. João
- Na repartição
- Na terra, camponês
- Não é fácil, Senhor, a vida que nos deste
- Numa praia do sul
- O caldeireiro
- O Caminho de Santiago
- O comboio do Douro
- O Diabo
- O homem que fugiu com o rio às costas
- O jogo autárquico
- O lavrador percorrendo a vinha
- O Marão
- O molho de giestas
- O motim
- O Orfeu rebelde
- O prazer lúdico
- O professor como instrutor, educador e animador
- O verde
- O vinho
- Oh meu rico S. João
- Oh meu S. Bartolomeu
- Oito dias de nevoeiro
- Onde se fala de mortos vivos
- Os búzios do 25 de Abril
- Os cravos e o pão
- Os formigos
- Os homens cantam a Nordeste
- Os nossos governos
- Os Pyjamantes
- Padre Max
- Padrenosso pequenino
- Paisagem cultural duriense
- Páscoa
- Pequenos agricultores
- Pinhão, 8,20
- Podando
- Poema com história
- Poema com Mário Cesariny: como uma canção desesperada
- Poema de Natal
- Poesia e amoras
- Por aqui não
- Porretas & Bugalhos
- Pós 25 de Abril
- Primeira elegia de Lisboa
- Provérbios da vinha e do vinho
- Quadras e quadros
- Ratos no sotão
- Reis ou Janeiras
- S. Gonçalo de Amarante
- S. Nicolau e o Pai Natal
- Sábado em Setembro
- Se Jesus voltasse ao mundo
- Sete notas para uma sinfonia
- Símbolos de Carnaval
- Sob os álamos
- Sobre a expressão “Entre quem é”
- Sobre o Douro na manhã verde
- Sol crescente
- Sublimação da matéria
- Tica, tica, tica
- Um barbeiro diplomado
- Um cálice de Porto
- Um passeio no Rio Douro
- Uma árvore
- Uma criança a brincar
- Valham-nos os santos populares
- Verde e ar puro
- Versos que parecem uma brincadeira mas não são
- Vilar de Perdizes
- Volto de ti
- Xácara